“Não está fácil”.

 

Esta é a frase que mais escuto nos últimos meses.

De fato, o cenário não é dos melhores: O PIB tem maior queda desde 2008, a inadimplência do consumidor brasileiro aumentou 6,3% em 2014, os custos minimamente acompanham o estarrecedor índice de 9,12% de inflação e o potencial de recuperação vem desacelerando.

O investimento para recuperação é alto. As 28 mil empresas que atuam no segmento de recuperação de crédito movimentaram R$ 120 bilhões de julho de 2013 a julho do 2014.

O momento pode ser de parcimônia, porém na crise surgem as grandes oportunidades.

  • Sendo o nível de calote pelas provisões bancárias maior: há um aumento potencial para oferta de carteiras Distressed Assets (também conhecida como ativos podres), gerando maior oportunidade para os Fundos Investidores.
  • Maior custo operacional e menor recuperação: destacará as assessorias que empregam ferramentas inteligentes no processo.

Empresas que utilizam modelos eficientes para equilibrar o Recebimento Vs Custo + Performance nos próximos meses, ganharão destaque em 2016 e 2017.

Otimizar para perseverar, causa e efeito da nova ordem econômica.

Vamos lá!

Ana Paula Pisaneschi

CEO e Fundadora da Vertoue Soluções em Gestão de Risco.

A Vertoue possui mais de vinte cases em recuperação de crédito, é pioneira no desenvolvimento e implantação de estratégia segmentada, otimizador de mala direta e modelos customizados em recovery score.