Por Ana Paula Pisaneschi – CEO & FOUNDER

“Os administradores de carteiras de risco precisam testar as hipóteses que suportam seus modelos e considerar as dinâmicas de portfólio sob uma variedade de cenários alternativos.” (Alan Greenspan, Folha de São Paulo – 15/04/2000).
Embora a frase acima se referir ao cenário de fortes flutuações financeiras que o mercado vivia há quase 14 anos atrás, ela é bastante atual e tem grande ligação ao escopo de trabalho no segmento de Crédito e Cobrança.

É bastante comum encontrarmos no mercado modelos de classificação de crédito (credit scoring), relacionamento com o cliente (behavior scoring) e até mesmo modelos de recuperação de crédito (collection scoring) e processos de localização ao cliente (skip tracing).

No entanto, estes modelos são usados isoladamente em cada etapa do ciclo de crédito e cobrança. Como exemplo, podemos citar os modelos de collection score tradicionais, onde é comum concentrarem-se apenas nas caracteristicas genéricas da carteira.

Já o score VERTOUE se aprofunda e insere uma nova dinâmica para modelagem no setor: traz ao mercado uma ferramenta customizada a cada carteira e cliente, capaz de analisar o perfil da massa inadimplente em conjunto de outras situações de alta complexidade, como o comportamento individual do devedor, assertividade para contato, potencial de compra no mercado e até relacionamento em redes sociais.

O desenvolvimento não é finalizado na construção do macro cenário para a modelagem, a VERTOUE também incorpora à técnica a regra de negócio da carteira ao criar um micro cenário para o modelo estatístico.

Com a performance extremamente aderente, os benefícios são claros: focar o esforço no canal mais assertivo e cliente mais propenso, trazendo à empresa utilizadora consideráveis índices de redução de custo e aumento do resultado. Máxima da nova ordem administrativa